sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Ainda no fundo do meu poço...




“É um vazio necessário para não ser nada antes; mas depois desconhecidas possibilidades sem modelo experimentado incontáveis, sim.”

E quais possibilidades futuras em modelos novos se vêem claramente à luz do sol, que já saiu de trás da serra?

Quem teve coragem de atirar a alma contra um muro, nada mais tera o que temer...

Também depois de ter descido ao fundo do poço despido de valores e defeitos, o que sobrar se já não houver apego, o outro passa a ser importante.

Mas o outro não precisa de uma pátria pessoal, ou planetária, não precisa um país de verdade?

Falam as tradições de um metal precioso, chamado “Aurikalk” - não sei se é essa a grafia - muito superior ao ouro, cuja liga leve e dureza seriam inimagináveis ao pensamento científico, do homem moderno.

Realmente o homem moderno não conhece nada parecido, mas já falei disso por aqui, conhece um outro metal muito precioso. Mas outro indignado que fale, em defesa do país que tem tudo e por falta de gente honrada que governe, não tem nada que dependa da ação de governos corruptos, incompetentes tais quais esses simulacros e marginais, que assaltam a nação dizendo que governam em nome do povo...

postado em 05/10/2012 17:11 por Rui Martins da Mota   [ 05/10/2012 17:12 atualizado‎(s)‎ ]
Nióbio, o metal que só o Brasil fornece ao mundo. Uma riqueza que o povo brasileiro desconhece, e tudo fazem para que isso continue assim.
Recebemos do comentarista Mário Assis Causanilhas este artigo sobre o nióbio, sem a menção do órgão de comunicação, site ou blog de onde foi extraído. Por sua importância, decidimos postá-lo aqui na Tribuna da Imprensa, para conhecimento de nossos comentaristas e leitores. (Carlos Newton, editor do blog)

Júlio Ferreira

A cada vez mais no dia-a-dia, o tema é abordado em reportagens nas mídias escrita e televisiva, chegando a já ser alarmante. Como é possível que metade da produção brasileira de nióbio seja subfaturada “oficialmente” e enviada ao exterior, configurando assim o crime de descaminho, com todas as investigações apontando de longa data, para o gabinete presidencial?

Como é possível o fato do Brasil ser o único fornecedor mundial de nióbio (98% das jazidas desse metal estão aqui), sem o qual não se fabricam turbinas, naves espaciais, aviões, mísseis, centrais elétricas e super-aços; e seu preço para a venda, além de muito baixo, seja fixado pela Inglaterra, que não tem nióbio algum?

EUA, Europa e Japão são 100% dependentes do nióbio brasileiro. Como é possível em não havendo outro fornecedor, que nos sejam atribuídos apenas 55% dessa produção, e os 45% restantes saindo extra-oficialmente, não sendo assim computados.

Estamos perdendo cerca de 14 bilhões de dólares anuais, e vendendo o nosso nióbio na mesma proporção como se a Opep vendesse a 1 dólar o barril de petróleo. Mas petróleo existe em outras fontes, e o nióbio só no Brasil; podendo ser uma outra moeda nossa. Não é um descalabro alarmante?

O publicitário Marcos Valério, na CPI dos Correios, revelou na TV para todo o Brasil, dizendo: “O dinheiro do mensalão não é nada, o grosso do dinheiro vem do contrabando do nióbio”. E ainda: “O ministro José Dirceu estava negociando com bancos, uma mina de nióbio na Amazônia”.

Ninguém teve coragem de investigar… Ou estarão todos ganhando com isso? Soma-se a esse fato o que foi publicado na Folha de S. Paulo em 2002: “Lula ficou hospedado na casa do dono da CMN (produtora de nióbio) em Araxá-MG, cuja ONG financiou o programa Fome Zero”.

As maiores jazidas mundiais de nióbio estão em Roraima e Amazonas (São Gabriel da Cachoeira e Raposa – Serra do Sol), sendo esse o real motivo da demarcação contínua da reserva, sem a presença do povo brasileiro não-índio para a total liberdade das ONGs internacionais e mineradoras estrangeiras.

Há fortes indícios que a própria Funai esteja envolvida no contrabando do nióbio, usando índios para envio do minério à Guiana Inglesa, e dali aos EUA e Europa. A maior reserva de nióbio do mundo, a do Morro dos Seis Lagos, em São Gabriel da Cachoeira (AM), é conhecida desde os anos 80, mas o governo federal nunca a explorou oficialmente, deixando assim o contrabando fluir livremente, num acordo entre a presidência da República e os países consumidores, oficializando assim o roubo de divisas do Brasil.

Todos viram recentemente Lula em foto oficial, assentado em destaque, ao lado da rainha da Inglaterra. Nação que é a mais beneficiada com a demarcação em Roraima, e a maior intermediária na venda do nióbio brasileiro ao mundo todo. Pelo visto, sua alteza real Elizabeth II demonstra total gratidão para com nossos “traíras” a serviço da Coroa Britânica. Mas, no andar dessa carruagem, esse escândalo está por pouco para estourar, afinal, o segredo sobre o nióbio como moeda de troca, não está resistindo às pressões da mídia esclarecida e patriótica.

Como leram os caros leitores que me visitam, diante deste quadro patético, a quem nós devemos condenar?

Os USA, a Inglaterra, ou nossos bem nutridos governantes de casaca e cartola, mas por baixo apenas gordos ratos? E porque compaixão pelos ratos?

Pense melhor, brasileiro que nasceu aqui por merecimento divino, antes de se contentar com uma côdea de pão velho, enquanto de um dia para outro surgem bilionários Eikes Batistas, Lulas da Silva e milionários fruto de verdadeiras magias! Sim, o Brasil é um país mágico, mas para sê-lo não pode mais ser um paraíso de ladrões!

Viram? No fundo de meu poço não havia água estagnada, havia um escuro ancestral “algo como arquétipo que tomou forma, e o brilho do nióbio surgiu como um raio na minha mente.”

3 comentários:

  1. Os dez países mais e os dez menos.....


    Os 10 países onde MENOS se trabalhou em um ano para pagar impostos em 2011 :

    1. Maldivas: 0 horas
    2. Emirados Árabes Unidos: 12 horas
    3. Bahrein: 36 horas
    4. Qatar: 36 horas
    5. Bahamas: 58 horas
    6. Luxemburgo: 59 horas
    7. Omã: 62 horas
    8. Suíça: 63 horas
    9. Irlanda: 76 horas
    10.Seicheles: 76 horas


    Os 10 países onde MAIS se trabalhou em um ano para pagar impostos em 2011 :

    1. Brasil: 2.600 horas ( é mais que o dobro do 2º colocado! )
    2. Bolívia: 1.080 horas
    3. Vietnã: 941 horas
    4. Nigéria: 938 horas
    5. Venezuela: 864 horas
    6. Bielorrússia: 798 horas
    7. Chade: 732 horas
    8. Mauritânia: 696 horas
    9. Senegal: 666 horas
    10.Ucrânia: 657 horas

    Fonte: Banco Mundial (Doing Business 2011)

    Boa Sorte,
    Nac♥

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